Histórias Bem Contadas - SP - Brasil

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domingo, 30 de março de 2014

HISTÓRIAS BEM CONTADAS ou O Sumiço do Joãozinho

(Voz em off) Trabalhos, provas, cadernos... Certo, certo, errado! Trabalhos, provas, cadernos... Certo, certo, errado! Trabalhos, provas, cadernos... Certo, certo, errado! Sou uma máquina de corrigir!

- Professora, posso fazer xixi?
- Professora, quero ir ‘no’ banheiro!
- Professora, a gente vai ‘pro’ parque?
- A gente vai fazer lição?
- Professora, amarra meu tênis?
- Professora, ele me bateu!
Trabalhos, provas, cadernos... Trabalhos, provas, cadernos... Trabalhos, provas, cadernos...
 - Joãozinhooooo...
  
(Acorda)

Professora –  Ai, perdi a hora! Vou chegar atrasada de novo!



Professora – Que sensação estranha! Meu corpo está todo formigando. Mas, que frio! Será que eu bati a cabeça? (Coloca a mão) Ai, bati!


Professora (num susto) – Ei, eu lembro de você! Te matei  num só tapa! Te deixei bem mortinha e fui buscar as luvas cirúrgicas para arrancar-lhe as asas. Mas, quando voltei o o corpo não estava mais lá: havia sumido! Achei que as formigas tivessem roubado o cadáver.
 
Boneca – Ledo engano, Dona Professora! Ela fingiu-se de morta como fazem as baratas espertas. E aqui, no Reino de Tão Tão Distante, as baratas não morrem para sempre! Elas sempre ficam para contar a história...

Uma barata estatelada no telhado...


Boneca – Nenhuma (má) notícia?
Professora – Eu recebi um bilhete dizendo que ele havia sido sequestrado. Mas aos 6 anos de idade eu não sabia o que significava essa palavra. Quando aprendi, já era tarde.
Boneca – (Assovia disfarçando algo. Cochicha) Hummm... Sequestrado... Acho que as baratas é que deram um sumiço no Joãozinho, sabe? Ele adorava comer baratas!
Professora – Ele não comia baratas! Isso é invenção das minhas Irmãs Mais Velhas, porque sabiam que eu odiava baratas.
Boneca – Ou as baratas odiavam você???



Pelo menos tem teto...

Figurino PEDRINHA


Figurino PROFESSORA


Flyer


Banner


CONCURSO MONSTA - 'CAUSANDO' NA EDUCAÇÃO INFANTIL






HISTÓRIAS BEM CONTADAS POR TADEU LOPPARA
(fotos)

Professora – Exausta e sem ver onde a barata havia se escondido, a mulher pendurou a vassoura, pretendendo, no dia seguinte, continuar a perseguição.

Boneca – Anoiteceu. A barata continuava lá, no seu esconderijo, bem quietinha. Porém, o seu estômago roncava de tanta fome... Barata: - Mas, se eu sair agora, a mulher me pega... O melhor é esperar! 



Professora – Mas, Laninha! Não faz sentido você não vir mais à escola por causa do Carlinhos. E os lápis de cor? E os cadernos? E os livros com cheirinho de novos? – E não conta pra ninguém, mas você é a minha aluna predileta! - E assim, a Professora conseguiu convencer a menina a não desistir da escola.




APRESENTAÇÕES
Boneca – Então vamos brincar de Casinha, Duro ou Mole, soltar pipa, rodar pião e bolinha de gude tudo junto?
Professora – Não! Eu já disse que preciso ir para a escola. Ai, vou ser demitida.
Boneca – Não vai, não! Todos os seus alunos estão aqui. Vamos brincar de Escolinha?

Brincar de escolinha...

Escolinha
 

Boneca – Você não lembra de todas as vezes que penteou... Aliás, que puxou meus cabelos. Das trancinhas doloridas que fez em mim... E quando vc pintou minha boca de canetinha vermelha? Bateu a cabeça e perdeu a memória?
Professora (reconhecendo a Boneca) – Vai dizer que você é aquela boneca...





Assistente para assuntos infantis


Professora (Brava) – Ah, e quer saber? Esse tal Reino de Tão Tão Distante não está no Mapa Mundi, portanto, é um lugar que não existe; Bonecas são seres inamimados, isto é, não tem vida! E eu, já estou grandinha para acreditar em bonecas velhas. Pois, então, vc trate de voltar de onde veio... (avança sobre a Boneca).
Boneca – Grandinha? Há, há, há... Estátua! Olha bem o seu tamanho... Quem veio foi você! Quem ‘sonhou’ com o Joãozinho não fui eu! (Entra o trecho do off)  Bem vinda, Professora! 




“Entre borrachas e apontadores
Mora o meu grande amor
Colei seu nome com várias cores
No livro que ela me emprestou
Mandei mil balas e mariolas
Roubei as flores todas do jardim
Eu faço tudo na minha escola
Pra ver se ela gosta de mim
Cola o teu desenho no meu
Pra ver se cola
Cola o meu retrato no teu
E me namora
Comigo nessa dança
Um sonho de criança
E o meu coração colado ao teu
Pra ver se cola”

*Pra Ver Se Cola – Trem da Alegria



Professora – Então, monstros e crianças que estavam dentro da barriga de Monsta, tiveram a idéia : - Vamos  jogar uma partida de futebol!

Narração e Crianças – É gooooooooollllll!!!




Boneca –  Patrícia olhou para trás e percebeu um vulto. Começou a andar mais rápido...
Professora –  E o Vulto também!
Boneca – Patrícia apertou o passo e...
Professora – O Vulto também!
Boneca – Patrícia olhou novamente para trás e pode ver o brilho de dois dentes caninos, bem pontiagudos. Agora ela tinha certeza...
As duas – Era um vampiro!
Boneca – Começou a correr...
Professora - E o vulto também! 





Professora – Então, monstros e crianças sairam do intestino de Monsta e correram para suas casas.
Boneca/Monsta (tristonha) - Monsta já não tinha mais o estômago tão redondo e sua barriga já não tocava mais no chão. Ele estava magro.
Professora – Agora, havia mais monstros no lago, poderia brincar com eles.




Laninha – Amarelo, Roxo, Lilás, Azul, Vermelho, Rosa e Verde.

Boneca – Era assim que Laninha imaginava o primeiro dia de aula: colorido como uma caixinha de lápis de cor. Desde que suas irmãs mais velhas começaram a ir para a escola que Laninha sonhava em ir também. Ela já conhecia as letras. Só faltava aprender a juntar tudinho e formar palavras.

Laninha: – Mal posso esperar para ler aquele montão de livros... Vai ser o máximo!

Boneca - Finalmente, chegou o grande dia. Laninha acordou bem cedinho. Escovou os dentes, penteou o cabelo, passou seu perfume mais gostoso...

Laninha –  ...um que tinha cheirinho de algodão doce feito na hora!

Boneca – ...e saiu! Quando chegou nos portões da escola, Laninha não chorou como as outras crianças: foi logo pegando na mão da professora – “que nem gente grande”.



Boneca – Laninha estava começando a achar que talvez pudesse deixar seu medo de lado e fazer uma amizade quando, de repente, entrou pela porta um furacão em forma de gente. Seu nome? Carlinhos.

Laninha: – Que ele não me veja, que ele não me perceba, que ele não me... Oi...




Boneca – Significa ‘não’! Você só sai do Reino de Tão Tão Distante, depois que brincar bastante. Só assim devolvo o seu tamanho normal.
Professora – Mas, eu to atrasada!
Boneca – Só depois que brincar!
Professora (irritada) – Ah, você quer brincar? Então corra, porque vamos brincar de Pega – pega... Devolva o meu tamanho!



Boneca – Eu não tenho nada a declarar e suas ‘Irmãs Mais Velhas’ não estão aqui para se defenderem. Julgamento anulado!
Professora – Nada disso! Vamos julgar à revelia, isto é, sem a presença das duas, que, neste momento, devem estar muito ocupadas. – Senhores Mais Novos Amigos de Infância, Alunos e Público: estamos aqui reunidos, nesta data, para julgarmos o mistério do sumiço do Joãozinho. O pescoço da Senhora Dona... Qual é seu nome, mesmo?
Boneca – Na falta um, pode ser Boneca, mesmo! Minha dona, nem pra me dar um nome, humpf...



Boneca – Bem, vocês entenderam que ela bateu a cabeça. Junto com o tamanho, deve ter perdido parte da memória. Coitada! E vocês, se apresentem... Digam seus nomes... Isso, um de cada vez... Agora TODO MUNDO JUNTO: 1, 2, 3 (crianças dizem seus nomes)! Que nomes lindos... 




Professora – Essa história está muito mal contada... Elas confessaram que seqüestraram o Joãozinho da primeira vez...Mas e a segunda?
Boneca – Eu não fui! Elas devem estar mentindo. Exijo a reconstituição da cena! 


Tão Tão Distante





Boneca – Ei, espia, tem gente olhando! Que papelão, hem, “Professora”!!!
Professora – Mas, quem são ‘esses’...??? (Aponta para as crianças da platéia)
Boneca – São seus novos amigos de infância. Vieram brincar!
Professora – Também são adultos encolhidos???
Boneca – Não! São crianças!!!
Professora – Crianças???
Boneca – ‘Exactum’...
Professora – Crianças só servem para enlouquecer seus professores. Elas explodem! Obrigada, eu não preciso de novos amigos. Ainda mais, crianças! (crionças!!!)
Boneca – Sinto em lhe dizer, Professora, mas não tem outro jeito. Você está no Reino de Tão Tão Distante e o caminho de volta é longo... Então, disfarça e aproveita! (Boneca empurra a professora para perto das crianças).






Boneca – Obrigada por me salvar do limbo dos brinquedos esquecidos. (Cúmplice do Joãozinho). Valeu, irmão! Ela precisava de uma boa aventura! 
Voz em off - Acordar com a alegria de um beijo e ver diminuída a arrogância das bruxas que nos roubam os sonhos e desejos... Nossa! Acho que agora sonhei como criança.
(Professora acorda assustada. Desacelera ao se perceber diferente e nota a presença de Joãozinho. Arruma-se, contente, para mais um dia de trabalho.)
“Mesmo de brincadeira,
Eu sigo o que fala o coração
Faço à minha maneira
De a vida nascer numa canção
Hei, lá!
Que vontade de ver
De querer te abraçar
De correr pela areia
Eu preciso te achar
Que vontade de te ver
De querer te abraçar
De correr pela areia
Que vontade de amar você”

*Mesmo de Brincadeira – 14 Bis


A SERIEDADE DO CORPO DOCENTE da EMEI Najla Curi Izar - SP



*TRILHA SONORA
(Cantada pelas contadoras - play back)
Canção da Meia Noite (Os Almôndegas)
Uma Barata Chamada Kafka (Inimigos do Rei)
Pra Ver Se Cola (Vrs. Los Hermanos)
Fazendo Música, Jogando Bola (Pepeu Gomes)
Mesmo de Brincadeira (14 Bis)

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

“Museu do Clown” é inaugurado na Itália


Palhaços no Jardim da Villa Grock na inauguração do Museu / Foto Divulgação

Está instalado em uma vila, que pertenceu a Adrien Wettach, famoso “clown” suíço, conhecido como “Grock”.

Ivy Fernandes, de Roma

No panorama artístico da Itália faltava um museu – o dedicado à arte da palhaçaria. Agora não falta mais. O “Museu do Clown” foi inaugurado em 20 de setembro, na cidade de Imperia, uma das mais bonitas regiões da costa italiana e que fica a 118 km de Genova e 56 km da fronteira da França. É o primeiro museu dedicado ao “clown” do mundo.


Sede do 1º Museu do Clown, em Imperia, na costa italiana / Foto Divulgação

O local escolhido para a instalação do museu foi uma vila construída no início de 1900 e que pertenceu a Adrien Wettach, “clown” (palhaço) suíço, conhecido pelo nome de “Grock”. Ele ficou famoso mundialmente e se tornou o palhaço mais rico do mundo.

Em 2000, a Província de Imperia adquiriu a vila. Mas a restauração do local só começaria seis anos depois, em 2006, e custou 1 milhão de euros que foram pagos por meio de financiamento europeu. Era o começo do projeto do “Museo do Clown” na “Villa Grouk”, que ficou pronto, em setembro de 2013.

“É um museu único no mundo e que conta a história do circo tendo como protagonista a figura do clown”, explica ao Panis & Circus, Alberto Belotti, assessor de Cultura de Imperia.

Luigi Sappa, governador da Província de Imperia afirma que “nada igual a esse museu havia sido montado antes na Europa. Trata-se de um museu sem relíquias e, por meio de um processo interativo, permite ao público viajar ao fantástico mundo circense por meio de magias, truques e fantasia dos ‘clows’. O percurso é divertido e leve como o picadeiro do circo”.

As crianças ganham atenção especial e podem tocar nos objetos, jogar e têm à disposição farto material instrutivo.

Nos jardins que contornam a “Villa Grock”, as fontes são luminosas e ouve-se um eco de risadas conforme as águas mudam de cor.

“Emoções” no caledoscópio

Sala dos espelhos que formam uma espécie de caledoscópio / Foto Divulgação

As salas do Museu dedicam-se a diferentes artes: cinema, música, magia e “clownerie” (palhaçaria).

A chamada “Sala das Emoções” é uma das mais interessantes. As emoções do “clown” aparecem refletidas em uma parede em meio a cores, imagens e sons como uma espécie de caledoscópio.

Mirò, Chagall, Picasso e seus palhaços

Em outra sala, numa parede eletrônica, repleta de balões, são projetadas uma série de obras de artistas que foram influenciados pela arte circense.

Aparecem telas de Joan Mirò e “A casa do circo”; Marc Chagall com “Great circus”, Renoir com “Le Clown”, Toulouse Lautrec com “La Clownesse Cha-u-kao au Moulin Rouge”. Picasso é outro dos artistas destacados e que tem várias obras dedicadas aos “clowns”.

"Le Clown" (1868), de Pierre-Auguste Renoir / Divulgação



"La Clownesse Cha-u-kao au Moulin Rouge" (1895), de Toulouse-Lautrec/ Divulgação

"En Clown" (1909), de Pierre-Auguste Renoir / Divulgação


"Le Gilles" (1717-1719) de Antoine Watteau / Divulgação

Salão das Maravilhas


Sala do Espelho Mágico: quem olha pode se ver com a fantasia de palhaço / Foto Divulgação

Quando se entra no “Salão das Maravilhas” o espaço parece dilatar-se e as magias aparecem escondidas em armários secretos, que abrigam espelhos mágicos que dilatam e distorcem as imagens das pessoas que visitam a sala.
De repente, uma porta é aberta e aparece um “clown” vestido de fantasma.

Espelho que fala
Sala dedicada à maquiagem do palhaço com espelhos; no centro foto de Grock / Foto Divulgação

Um dos salões mais visitados é o dedicado à maquiagem que tem uma espécie de camarim em seu centro com espelhos interativos.

Quem olha em um deles se vê maquiado como um palhaço. Em outro, escuta-se a voz de “Grock” que explica o significado da arte da maquiagem e como ela ajuda a compor um personagem.

Esses espelhos refletem também as imagens do “clown blanc” (palhaço branco) e o “clown augusto” (palhaço augusto).

O clown branco / Foto Divulgação

O “clown blanc” é conhecido como o ”maître de la piste”, (mestre de cerimônias). Personagem sério e autoritário que aparece quase sempre vestido de branco com o rosto pintado também de branco: o clássico Pierrot. É o modelo de “clown” mais antigo. Por sua vez, o “clown augusto” tem o nariz vermelho, uma maquiagem exagerada, uma peruca vistosa e sapatos enormes . É alegre, por vezes, grotesco, e é vítima de imprevistos. O “clown augusto “ entrou, em cena, por volta de 1870.



Roda em que se observa o rosto do palhaço / Foto Divulgação

Fotogramas com lente de aumento

Em uma outra sala, uma montagem de fotogramas mostra imagens de múltiplas expressões de um “clown” que vão da alegria à tristeza e vice-versa, passando por todas as nuances desses dois estados de espírito antagônicos. Essa seqüência é observada por meio de uma lente de aumento colocada na frente da roda da bicicleta que gira os fotogramas.

Música para os ouvidos

No salão da música, os visitantes podem ouvir várias composições ligadas ao mundo circense, algumas das quais compostas pelo próprio “Grock” que durante toda a vida se dedicou a tocar e estudar vários instrumentos musicais, entre eles, piano, acordeom, clarineta e violino.

“O Circo”, de Chaplin e “Os Palhaços”, de Fellini

No andar térreo do museu está a sala dedicada ao cinema em é possível assistir vários filmes como “O Circo”, de Chaplin, e “Os Palhaços” de Fellini.

E mais, a exibição de breves documentários de famosos “clowns” como o que relata a carreira de David Larible, considerado o herdeiro de “Grock”. Outros contam a origem do circo e criam atmosfera de picadeiro por meio de efeitos multimídias.



Uma pequena lona (chapiteau) onde se pode assistir aos vídeos de Grock / Foto Divulgação

O “clown Grock”



Grock e sua inseparável clarineta / Foto Divulgação

Adrien Wettach, conhecido como Grockc, nasceu na Suíça, na cidadezinha de Reconvilier, em 1880. Seu pai era relojoeiro, e dedicava-se à música e acrobacia no tempo livre. Adrien cresceu nesse ambiente. Desde jovem queria seguir a carreira no mundo das artes e se uniu a um grupo de músicos ciganos e aprendeu a tocar 14 instrumentos. A paixão de Grock pela música o acompanhou durante sua vida e ele não se separava da clarineta. Afora a música, dedicou-se às artes circenses como malabarismo, acrobacia, contorcionismo e equilibrismo.


Desenho do clown Grock / Foto Divulgação

Ainda adolescente, apresentou-se, em 1903, ao lado do “clown” Brick (Marius Galante) e adotou o nome de “Grock”.

Após uma turnê na Europa e nos Estados Unidos, chegou ao auge da carreira, em 1919, ano em que estreou no Olympia de Paris e foi aclamado como “o rei dos clowns”.


Quadro dedicado a Grock / Foto Divulgação

Grock é considerado um dos mais importantes “clowns” do mundo e seu talento foi reconhecido até mesmo por Charles Chaplin.

Ele criou, em 1950, um circo móvel e com ele fazia espetáculos em inúmeras cidades. Faleceu, em 1959, na cidade de Imperia, diante do mar azul, conforme seu desejo.

Para a cidade onde viveu, ele deixou o patrimônio cultural que hoje pode ser admirado por todos: o “Museu do Clown”.


Entrada da Villa Grock/ Foto Divulgação

Serviço:


Miniaturas de circo e roda gigante no Museu / Foto Divulgação

O ”Museo del Clown” (Museu do Palhaço) localiza-se na cidade de Imperia, via Fanny Roncati Carli. No outono/inverno (que no Brasil é a época da primavera/verão) o museu vai estar aberto nos finais de semana das 8:30 às 15:30. Na primavera/verão (que aqui é o período do outuno/inverno) vai estar aberto durante toda a semana.

O ingresso custa de 4 a 5,30 euros. Crianças até 6 anos não pagam.
 
Fonte:
http://www.panisecircus.com.br/museu-do-clown-e-inaugurado-na-italia/
 
*E aí... Vamos???