Histórias Bem Contadas - SP - Brasil

Histórias Bem Contadas - SP - Brasil

domingo, 30 de março de 2014

HISTÓRIAS BEM CONTADAS ou O Sumiço do Joãozinho

(Voz em off) Trabalhos, provas, cadernos... Certo, certo, errado! Trabalhos, provas, cadernos... Certo, certo, errado! Trabalhos, provas, cadernos... Certo, certo, errado! Sou uma máquina de corrigir!

- Professora, posso fazer xixi?
- Professora, quero ir ‘no’ banheiro!
- Professora, a gente vai ‘pro’ parque?
- A gente vai fazer lição?
- Professora, amarra meu tênis?
- Professora, ele me bateu!
Trabalhos, provas, cadernos... Trabalhos, provas, cadernos... Trabalhos, provas, cadernos...
 - Joãozinhooooo...
  
(Acorda)

Professora –  Ai, perdi a hora! Vou chegar atrasada de novo!



Professora – Que sensação estranha! Meu corpo está todo formigando. Mas, que frio! Será que eu bati a cabeça? (Coloca a mão) Ai, bati!


Professora (num susto) – Ei, eu lembro de você! Te matei  num só tapa! Te deixei bem mortinha e fui buscar as luvas cirúrgicas para arrancar-lhe as asas. Mas, quando voltei o o corpo não estava mais lá: havia sumido! Achei que as formigas tivessem roubado o cadáver.
 
Boneca – Ledo engano, Dona Professora! Ela fingiu-se de morta como fazem as baratas espertas. E aqui, no Reino de Tão Tão Distante, as baratas não morrem para sempre! Elas sempre ficam para contar a história...

Uma barata estatelada no telhado...


Boneca – Nenhuma (má) notícia?
Professora – Eu recebi um bilhete dizendo que ele havia sido sequestrado. Mas aos 6 anos de idade eu não sabia o que significava essa palavra. Quando aprendi, já era tarde.
Boneca – (Assovia disfarçando algo. Cochicha) Hummm... Sequestrado... Acho que as baratas é que deram um sumiço no Joãozinho, sabe? Ele adorava comer baratas!
Professora – Ele não comia baratas! Isso é invenção das minhas Irmãs Mais Velhas, porque sabiam que eu odiava baratas.
Boneca – Ou as baratas odiavam você???



Pelo menos tem teto...

Figurino PEDRINHA


Figurino PROFESSORA


Flyer


Banner


CONCURSO MONSTA - 'CAUSANDO' NA EDUCAÇÃO INFANTIL






HISTÓRIAS BEM CONTADAS POR TADEU LOPPARA
(fotos)

Professora – Exausta e sem ver onde a barata havia se escondido, a mulher pendurou a vassoura, pretendendo, no dia seguinte, continuar a perseguição.

Boneca – Anoiteceu. A barata continuava lá, no seu esconderijo, bem quietinha. Porém, o seu estômago roncava de tanta fome... Barata: - Mas, se eu sair agora, a mulher me pega... O melhor é esperar! 



Professora – Mas, Laninha! Não faz sentido você não vir mais à escola por causa do Carlinhos. E os lápis de cor? E os cadernos? E os livros com cheirinho de novos? – E não conta pra ninguém, mas você é a minha aluna predileta! - E assim, a Professora conseguiu convencer a menina a não desistir da escola.




APRESENTAÇÕES
Boneca – Então vamos brincar de Casinha, Duro ou Mole, soltar pipa, rodar pião e bolinha de gude tudo junto?
Professora – Não! Eu já disse que preciso ir para a escola. Ai, vou ser demitida.
Boneca – Não vai, não! Todos os seus alunos estão aqui. Vamos brincar de Escolinha?

Brincar de escolinha...

Escolinha
 

Boneca – Você não lembra de todas as vezes que penteou... Aliás, que puxou meus cabelos. Das trancinhas doloridas que fez em mim... E quando vc pintou minha boca de canetinha vermelha? Bateu a cabeça e perdeu a memória?
Professora (reconhecendo a Boneca) – Vai dizer que você é aquela boneca...





Assistente para assuntos infantis


Professora (Brava) – Ah, e quer saber? Esse tal Reino de Tão Tão Distante não está no Mapa Mundi, portanto, é um lugar que não existe; Bonecas são seres inamimados, isto é, não tem vida! E eu, já estou grandinha para acreditar em bonecas velhas. Pois, então, vc trate de voltar de onde veio... (avança sobre a Boneca).
Boneca – Grandinha? Há, há, há... Estátua! Olha bem o seu tamanho... Quem veio foi você! Quem ‘sonhou’ com o Joãozinho não fui eu! (Entra o trecho do off)  Bem vinda, Professora! 




“Entre borrachas e apontadores
Mora o meu grande amor
Colei seu nome com várias cores
No livro que ela me emprestou
Mandei mil balas e mariolas
Roubei as flores todas do jardim
Eu faço tudo na minha escola
Pra ver se ela gosta de mim
Cola o teu desenho no meu
Pra ver se cola
Cola o meu retrato no teu
E me namora
Comigo nessa dança
Um sonho de criança
E o meu coração colado ao teu
Pra ver se cola”

*Pra Ver Se Cola – Trem da Alegria



Professora – Então, monstros e crianças que estavam dentro da barriga de Monsta, tiveram a idéia : - Vamos  jogar uma partida de futebol!

Narração e Crianças – É gooooooooollllll!!!




Boneca –  Patrícia olhou para trás e percebeu um vulto. Começou a andar mais rápido...
Professora –  E o Vulto também!
Boneca – Patrícia apertou o passo e...
Professora – O Vulto também!
Boneca – Patrícia olhou novamente para trás e pode ver o brilho de dois dentes caninos, bem pontiagudos. Agora ela tinha certeza...
As duas – Era um vampiro!
Boneca – Começou a correr...
Professora - E o vulto também! 





Professora – Então, monstros e crianças sairam do intestino de Monsta e correram para suas casas.
Boneca/Monsta (tristonha) - Monsta já não tinha mais o estômago tão redondo e sua barriga já não tocava mais no chão. Ele estava magro.
Professora – Agora, havia mais monstros no lago, poderia brincar com eles.




Laninha – Amarelo, Roxo, Lilás, Azul, Vermelho, Rosa e Verde.

Boneca – Era assim que Laninha imaginava o primeiro dia de aula: colorido como uma caixinha de lápis de cor. Desde que suas irmãs mais velhas começaram a ir para a escola que Laninha sonhava em ir também. Ela já conhecia as letras. Só faltava aprender a juntar tudinho e formar palavras.

Laninha: – Mal posso esperar para ler aquele montão de livros... Vai ser o máximo!

Boneca - Finalmente, chegou o grande dia. Laninha acordou bem cedinho. Escovou os dentes, penteou o cabelo, passou seu perfume mais gostoso...

Laninha –  ...um que tinha cheirinho de algodão doce feito na hora!

Boneca – ...e saiu! Quando chegou nos portões da escola, Laninha não chorou como as outras crianças: foi logo pegando na mão da professora – “que nem gente grande”.



Boneca – Laninha estava começando a achar que talvez pudesse deixar seu medo de lado e fazer uma amizade quando, de repente, entrou pela porta um furacão em forma de gente. Seu nome? Carlinhos.

Laninha: – Que ele não me veja, que ele não me perceba, que ele não me... Oi...




Boneca – Significa ‘não’! Você só sai do Reino de Tão Tão Distante, depois que brincar bastante. Só assim devolvo o seu tamanho normal.
Professora – Mas, eu to atrasada!
Boneca – Só depois que brincar!
Professora (irritada) – Ah, você quer brincar? Então corra, porque vamos brincar de Pega – pega... Devolva o meu tamanho!



Boneca – Eu não tenho nada a declarar e suas ‘Irmãs Mais Velhas’ não estão aqui para se defenderem. Julgamento anulado!
Professora – Nada disso! Vamos julgar à revelia, isto é, sem a presença das duas, que, neste momento, devem estar muito ocupadas. – Senhores Mais Novos Amigos de Infância, Alunos e Público: estamos aqui reunidos, nesta data, para julgarmos o mistério do sumiço do Joãozinho. O pescoço da Senhora Dona... Qual é seu nome, mesmo?
Boneca – Na falta um, pode ser Boneca, mesmo! Minha dona, nem pra me dar um nome, humpf...



Boneca – Bem, vocês entenderam que ela bateu a cabeça. Junto com o tamanho, deve ter perdido parte da memória. Coitada! E vocês, se apresentem... Digam seus nomes... Isso, um de cada vez... Agora TODO MUNDO JUNTO: 1, 2, 3 (crianças dizem seus nomes)! Que nomes lindos... 




Professora – Essa história está muito mal contada... Elas confessaram que seqüestraram o Joãozinho da primeira vez...Mas e a segunda?
Boneca – Eu não fui! Elas devem estar mentindo. Exijo a reconstituição da cena! 


Tão Tão Distante





Boneca – Ei, espia, tem gente olhando! Que papelão, hem, “Professora”!!!
Professora – Mas, quem são ‘esses’...??? (Aponta para as crianças da platéia)
Boneca – São seus novos amigos de infância. Vieram brincar!
Professora – Também são adultos encolhidos???
Boneca – Não! São crianças!!!
Professora – Crianças???
Boneca – ‘Exactum’...
Professora – Crianças só servem para enlouquecer seus professores. Elas explodem! Obrigada, eu não preciso de novos amigos. Ainda mais, crianças! (crionças!!!)
Boneca – Sinto em lhe dizer, Professora, mas não tem outro jeito. Você está no Reino de Tão Tão Distante e o caminho de volta é longo... Então, disfarça e aproveita! (Boneca empurra a professora para perto das crianças).






Boneca – Obrigada por me salvar do limbo dos brinquedos esquecidos. (Cúmplice do Joãozinho). Valeu, irmão! Ela precisava de uma boa aventura! 
Voz em off - Acordar com a alegria de um beijo e ver diminuída a arrogância das bruxas que nos roubam os sonhos e desejos... Nossa! Acho que agora sonhei como criança.
(Professora acorda assustada. Desacelera ao se perceber diferente e nota a presença de Joãozinho. Arruma-se, contente, para mais um dia de trabalho.)
“Mesmo de brincadeira,
Eu sigo o que fala o coração
Faço à minha maneira
De a vida nascer numa canção
Hei, lá!
Que vontade de ver
De querer te abraçar
De correr pela areia
Eu preciso te achar
Que vontade de te ver
De querer te abraçar
De correr pela areia
Que vontade de amar você”

*Mesmo de Brincadeira – 14 Bis


A SERIEDADE DO CORPO DOCENTE da EMEI Najla Curi Izar - SP



*TRILHA SONORA
(Cantada pelas contadoras - play back)
Canção da Meia Noite (Os Almôndegas)
Uma Barata Chamada Kafka (Inimigos do Rei)
Pra Ver Se Cola (Vrs. Los Hermanos)
Fazendo Música, Jogando Bola (Pepeu Gomes)
Mesmo de Brincadeira (14 Bis)

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

“Museu do Clown” é inaugurado na Itália


Palhaços no Jardim da Villa Grock na inauguração do Museu / Foto Divulgação

Está instalado em uma vila, que pertenceu a Adrien Wettach, famoso “clown” suíço, conhecido como “Grock”.

Ivy Fernandes, de Roma

No panorama artístico da Itália faltava um museu – o dedicado à arte da palhaçaria. Agora não falta mais. O “Museu do Clown” foi inaugurado em 20 de setembro, na cidade de Imperia, uma das mais bonitas regiões da costa italiana e que fica a 118 km de Genova e 56 km da fronteira da França. É o primeiro museu dedicado ao “clown” do mundo.


Sede do 1º Museu do Clown, em Imperia, na costa italiana / Foto Divulgação

O local escolhido para a instalação do museu foi uma vila construída no início de 1900 e que pertenceu a Adrien Wettach, “clown” (palhaço) suíço, conhecido pelo nome de “Grock”. Ele ficou famoso mundialmente e se tornou o palhaço mais rico do mundo.

Em 2000, a Província de Imperia adquiriu a vila. Mas a restauração do local só começaria seis anos depois, em 2006, e custou 1 milhão de euros que foram pagos por meio de financiamento europeu. Era o começo do projeto do “Museo do Clown” na “Villa Grouk”, que ficou pronto, em setembro de 2013.

“É um museu único no mundo e que conta a história do circo tendo como protagonista a figura do clown”, explica ao Panis & Circus, Alberto Belotti, assessor de Cultura de Imperia.

Luigi Sappa, governador da Província de Imperia afirma que “nada igual a esse museu havia sido montado antes na Europa. Trata-se de um museu sem relíquias e, por meio de um processo interativo, permite ao público viajar ao fantástico mundo circense por meio de magias, truques e fantasia dos ‘clows’. O percurso é divertido e leve como o picadeiro do circo”.

As crianças ganham atenção especial e podem tocar nos objetos, jogar e têm à disposição farto material instrutivo.

Nos jardins que contornam a “Villa Grock”, as fontes são luminosas e ouve-se um eco de risadas conforme as águas mudam de cor.

“Emoções” no caledoscópio

Sala dos espelhos que formam uma espécie de caledoscópio / Foto Divulgação

As salas do Museu dedicam-se a diferentes artes: cinema, música, magia e “clownerie” (palhaçaria).

A chamada “Sala das Emoções” é uma das mais interessantes. As emoções do “clown” aparecem refletidas em uma parede em meio a cores, imagens e sons como uma espécie de caledoscópio.

Mirò, Chagall, Picasso e seus palhaços

Em outra sala, numa parede eletrônica, repleta de balões, são projetadas uma série de obras de artistas que foram influenciados pela arte circense.

Aparecem telas de Joan Mirò e “A casa do circo”; Marc Chagall com “Great circus”, Renoir com “Le Clown”, Toulouse Lautrec com “La Clownesse Cha-u-kao au Moulin Rouge”. Picasso é outro dos artistas destacados e que tem várias obras dedicadas aos “clowns”.

"Le Clown" (1868), de Pierre-Auguste Renoir / Divulgação



"La Clownesse Cha-u-kao au Moulin Rouge" (1895), de Toulouse-Lautrec/ Divulgação

"En Clown" (1909), de Pierre-Auguste Renoir / Divulgação


"Le Gilles" (1717-1719) de Antoine Watteau / Divulgação

Salão das Maravilhas


Sala do Espelho Mágico: quem olha pode se ver com a fantasia de palhaço / Foto Divulgação

Quando se entra no “Salão das Maravilhas” o espaço parece dilatar-se e as magias aparecem escondidas em armários secretos, que abrigam espelhos mágicos que dilatam e distorcem as imagens das pessoas que visitam a sala.
De repente, uma porta é aberta e aparece um “clown” vestido de fantasma.

Espelho que fala
Sala dedicada à maquiagem do palhaço com espelhos; no centro foto de Grock / Foto Divulgação

Um dos salões mais visitados é o dedicado à maquiagem que tem uma espécie de camarim em seu centro com espelhos interativos.

Quem olha em um deles se vê maquiado como um palhaço. Em outro, escuta-se a voz de “Grock” que explica o significado da arte da maquiagem e como ela ajuda a compor um personagem.

Esses espelhos refletem também as imagens do “clown blanc” (palhaço branco) e o “clown augusto” (palhaço augusto).

O clown branco / Foto Divulgação

O “clown blanc” é conhecido como o ”maître de la piste”, (mestre de cerimônias). Personagem sério e autoritário que aparece quase sempre vestido de branco com o rosto pintado também de branco: o clássico Pierrot. É o modelo de “clown” mais antigo. Por sua vez, o “clown augusto” tem o nariz vermelho, uma maquiagem exagerada, uma peruca vistosa e sapatos enormes . É alegre, por vezes, grotesco, e é vítima de imprevistos. O “clown augusto “ entrou, em cena, por volta de 1870.



Roda em que se observa o rosto do palhaço / Foto Divulgação

Fotogramas com lente de aumento

Em uma outra sala, uma montagem de fotogramas mostra imagens de múltiplas expressões de um “clown” que vão da alegria à tristeza e vice-versa, passando por todas as nuances desses dois estados de espírito antagônicos. Essa seqüência é observada por meio de uma lente de aumento colocada na frente da roda da bicicleta que gira os fotogramas.

Música para os ouvidos

No salão da música, os visitantes podem ouvir várias composições ligadas ao mundo circense, algumas das quais compostas pelo próprio “Grock” que durante toda a vida se dedicou a tocar e estudar vários instrumentos musicais, entre eles, piano, acordeom, clarineta e violino.

“O Circo”, de Chaplin e “Os Palhaços”, de Fellini

No andar térreo do museu está a sala dedicada ao cinema em é possível assistir vários filmes como “O Circo”, de Chaplin, e “Os Palhaços” de Fellini.

E mais, a exibição de breves documentários de famosos “clowns” como o que relata a carreira de David Larible, considerado o herdeiro de “Grock”. Outros contam a origem do circo e criam atmosfera de picadeiro por meio de efeitos multimídias.



Uma pequena lona (chapiteau) onde se pode assistir aos vídeos de Grock / Foto Divulgação

O “clown Grock”



Grock e sua inseparável clarineta / Foto Divulgação

Adrien Wettach, conhecido como Grockc, nasceu na Suíça, na cidadezinha de Reconvilier, em 1880. Seu pai era relojoeiro, e dedicava-se à música e acrobacia no tempo livre. Adrien cresceu nesse ambiente. Desde jovem queria seguir a carreira no mundo das artes e se uniu a um grupo de músicos ciganos e aprendeu a tocar 14 instrumentos. A paixão de Grock pela música o acompanhou durante sua vida e ele não se separava da clarineta. Afora a música, dedicou-se às artes circenses como malabarismo, acrobacia, contorcionismo e equilibrismo.


Desenho do clown Grock / Foto Divulgação

Ainda adolescente, apresentou-se, em 1903, ao lado do “clown” Brick (Marius Galante) e adotou o nome de “Grock”.

Após uma turnê na Europa e nos Estados Unidos, chegou ao auge da carreira, em 1919, ano em que estreou no Olympia de Paris e foi aclamado como “o rei dos clowns”.


Quadro dedicado a Grock / Foto Divulgação

Grock é considerado um dos mais importantes “clowns” do mundo e seu talento foi reconhecido até mesmo por Charles Chaplin.

Ele criou, em 1950, um circo móvel e com ele fazia espetáculos em inúmeras cidades. Faleceu, em 1959, na cidade de Imperia, diante do mar azul, conforme seu desejo.

Para a cidade onde viveu, ele deixou o patrimônio cultural que hoje pode ser admirado por todos: o “Museu do Clown”.


Entrada da Villa Grock/ Foto Divulgação

Serviço:


Miniaturas de circo e roda gigante no Museu / Foto Divulgação

O ”Museo del Clown” (Museu do Palhaço) localiza-se na cidade de Imperia, via Fanny Roncati Carli. No outono/inverno (que no Brasil é a época da primavera/verão) o museu vai estar aberto nos finais de semana das 8:30 às 15:30. Na primavera/verão (que aqui é o período do outuno/inverno) vai estar aberto durante toda a semana.

O ingresso custa de 4 a 5,30 euros. Crianças até 6 anos não pagam.
 
Fonte:
http://www.panisecircus.com.br/museu-do-clown-e-inaugurado-na-italia/
 
*E aí... Vamos???

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Desabamento de teto de teatro em Londres deixa dezenas de feridos

http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/teto-de-teatro-desaba-em-londres-resgate-busca-vitimas,7945cc5a42103410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

Policiais, bombeiros e paramédicos atuam após acidente no Teatro Apollo, na avenida Shaftsbury Foto: AP

Futeizinhasss...

http://diversao.terra.com.br/tv/programas/gerald-thomas-enfia-a-mao-embaixo-do-vestido-de-nicole-bahls,5be6bf30138fd310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

10/12, dia do Palhaço.

...porque meu palhaço é parte integrante de mim! Toda personagem tem algo do ator (nem vem que não tem!). Assumo, mesmo, minha paspalhice e mesmo que eu negasse, tá na cara! Tropeço e caio sozinha, mas caso derrubada, CUIDADO, palhaço, que levo junto!

domingo, 24 de novembro de 2013

O erro!

 

"Isso é o palhaço, isso é a técnica da palhaçaria: o erro. O erro é a nobre arte do palhaço. A imperfeição. A aceitação da sua inadequação. Eu sou inadequado, e agora? Vai deprimir por causa disso, ou vai rir?"
Márcio Libar (ator) - via Marcelo Dalla


**Você ficou desfocada... Tudo que consigo ver com definição são as estampas e um sorriso acanhado.

*Pois, então, viu tudo!!! ENTENDEU???

Os dez equívocos do teatro infantil - por Dib Carneiro Neto




Leia a lista dos vícios mais frequentes presentes em peças dirigidas a crianças e adolescentes

São Paulo - Há um festival de equívocos nos palcos do teatro infantil e isso faz aumentar o preconceito dos adultos com relação a esse tipo de arte. O oportunismo chega ao ponto de se criar a seguinte situação: quando uma peça é boa e recebe elogios nos jornais, outros grupos montam textos com títulos parecidos ao do espetáculo elogiado, para criar a confusão de nomes e conseguir atrair o público mais desavisado.

A seguir, uma lista dos defeitos mais comuns.

1) Excesso de intenções didáticas - Não é preciso ser explícito, criança é capaz de entender sugestões, simbologias. Arte é feita de alegorias, de metáforas. Estranheza é saudável. Criança tem capacidade de interpretar o que vê.

2) Uso de humor fácil e grosseiro - Muitos autores lançam mão de bordões televisivos para fazer a plateia rir ("da hora", "fala sério", "faz parte"). Isso cria no autor um falso retorno de aprovação do humor da peça. Essa facilidade de recorrer a bordões chulos e vazios da TV é um recurso pobre, que só escancara a incapacidade do autor de criar situações engraçadas por elas mesmas.

3) Excesso de efeitos multimídias - Muitos autores ficaram com ideia de que, para atingir o jovem no teatro, basta levar para o palco os recursos tecnológicos a que esse jovem está acostumado a lidar, ou
seja, a linguagem de videoclipe, a rapidez da internet, as cenas pré-gravadas em vídeo e exibidas em telões em cima do palco. Mesclar linguagens artísticas diferenciadas é uma atitude até coerente com o
universo adolescente. Mas abusar disso é lamentável e afasta os autores das especificidades da carpintaria dramatúrgica.

4) A obsessão pela lição de moral - Teatro infantil não tem a obrigação de encerrar em si uma bela lição construtiva. Em vez do dedo em riste e da lição de moral, vale mais a pena, e é até mais honesto, tentar contar livremente uma história e deixar que a criança se identifique, que a criança a vivencie por si mesma. Não é necessário invadir o imaginário da criança com regras de conduta.

5) Edulcoração dos contos de fadas - Os contos de fadas nasceram muito mais realistas, muito mais cruéis do que eles são hoje. Hollywood e os estúdios de Walt Disney transformaram tudo em final feliz, valorizando excessivamente o triunfo do amor e da bondade. Reduziram o poder transformador de um conto de fadas, minando neles a capacidade de fazer uma criança amadurecer. Um conto de fadas oferece significados em muitos níveis diferentes e enriquece a existência da criança em muitos modos.

6) Participação forçada da plateia - Até hoje, muitos autores de teatro infantil reproduzem aquela velha cena em que um personagem se esconde do outro e quem procura se dirige à plateia com a infalível pergunta: "Pra onde ele foi?" A garotada e até os pais entram no jogo e lá se vão uns dez minutos de "Foi pra lá", "Não, foi por ali", "Agora, está aqui" e assim por diante. O autor fica feliz porque acha que conseguiu promover uma interação do espetáculo com o público. Quem foi que disse que, para estar interagindo com o espetáculo, uma criança tem de berrar, sapatear, gritar? O profundo silêncio de uma plateia, muitas vezes, é a maior prova da interação, da comunicação com o espetáculo.

7) Obsessão pela segmentação - Existe hoje uma tendência mercadológica castrante e limitadora, que segue distribuindo rótulos em profusão às manifestações artísticas, enquadrando tudo em faixas etárias, dividindo o mundo em categorias fechadas, acomodando a arte em gêneros estabelecidos. Teatro infantil é, antes de tudo, teatro. E como tal, no máximo, pode ser classificado por sua boa ou má qualidade.

8) Uso abusivo e despreparado da linguagem dos clowns - Proliferam pelos palcos montagens em que os autores encaixam uma bola vermelha na ponta do nariz e acham que isso, por si só, já faz um espetáculo teatral. A linguagem do clown é difícil, especializada, deve ser trabalhada com rigor, com muito critério e criatividade. As crianças são submetidas no palco a típicos shows de palhaços de festinhas de aniversário e os pais saem achando que levaram o filho ao teatro infantil. Isso também vale para os espetáculos de bonecos. Não bastar comprar fantoches no loja da esquina e montar um espetáculo.
Artistas estudam anos e anos para entender da arte de manipulação de bonecos.

9) Diálogos mal escritos e ineficientes - Dramaturgia é antes de tudo literatura e, por isso, deve ter todos os compromissos com a profundidade e a criatividade da literatura, sem perder o pé da oralidade. O discurso teatral é uma expressão artística que tem de ser encarada com responsabilidade, porque o texto dramático tem a capacidade específica de reproduzir as falas sociais, as aspirações, os sonhos e as esperanças. Peça infantil com diálogos descuidados, frases mal construídas, ideias truncadas, é um mau teatro.

10) Mercantilização do espetáculo teatral - Há quem não seja tão rigoroso com relação a esse aspecto, mas realizar sorteios de produtos no final dos espetáculos é um desvirtuamento da função do teatro, é um mercantilismo desnecessário. A criança tem de levantar da poltrona concentrada no que viu, na arte que desfilou pelo palco o tempo todo e não preocupada se o número de sua poltrona vai ser o número sorteado para ganhar os brindes. Teatro não é programa de auditório.

sábado, 23 de novembro de 2013

Bar do Frango - Sarau

 

Nas minhas 'anDANÇAS' encontrei isso aqui:
https://www.facebook.com/groups/170452733101060/

Bem atrasada! Mas, dá tempo!!!

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Meu palco!!!



Reflexões rasas

"Se você tem uma laranja e troca com outra pessoa que também tem uma laranja, cada um fica com uma laranja. Mas se você tem uma ideia e troca com outra pessoa que também tem uma ideia, cada um fica com duas."
Confúcio

*O que Confúcio não falou: corre-se o risco de ficar 'só' com a ideia e alguém com os louros! 

www.ideiasdanessa

Ensaiando para guardar, desmontar, devolver...


Guarde os livros... E que eles possam, logo menos, estar no palco principal, e não guardadinhos.
Muito muito muito obrigada!!! *Com amor!



"...sendo que a chama permanece acesa, certo??? Essa tocha é a mola para o novo impulso. Uma parada é só pra refazer a respiração, sem a qual nada sobrevive. Respire e sorria: aumenta a endorfina!" (Rosa Guimarães)



*PORQUE O MEU QUINTAL É A RUA... O MUNDO!!!

...


http://www.satyrianas.com.br/onibus-m364/

O M364 é um coletivo de artistas itinerante que utiliza um ônibus como moradia de alguns membros e palco de suas apresentações. O ônibus em si pode ser considerado uma instalação, do artista Loro Verz.


Quinta-feira, 14 de Novembro

20h – Jantar Performático
Instalação performática – um jantar comemorativo que será realizado na parte superior (teto) do ônibus, numa mistura de ficção e realidade.
Com Steves Hiandrey e convidados. Duração: 2 horas.

23h – Faca que não Corta
Monólogo em que uma noiva, prestes a realizar seu maior sonho, que é o casamento, divide com o publico suas angustias e devaneios. Exercício cênico realizado pela atriz Izabel Lima, a partir das oficinas culturais, na Fundação Casa e de fragmentos literários de textos de Carlos Drummond de Andrade e do poema Os Três Mal-Amados, de João Cabral de Melo.
Direção e elenco: Izabel Lima.
Duração: 40 minutos.


Sexta-feira, 15 de Novembro

20h – Historias Que Sua Mãe (NÃO!) Contou
Contação de historias - um espaço delimitado, em frente ao ônibus, será estendido um tapete com diversos títulos da literatura, numa abordagem individual e intimista, oferecendo leituras de diferentes gêneros literários: histórias, contos, poesia, poemas, crônicas, etc... O título deverá ser escolhido pelo ouvinte. Será facultativo ao ouvinte ouvir a historia inteira, ou interrompe-la à seu gosto. Neste momento fica aberto para devolutivas, caso a pessoa queira relatar algo.
Direção e elenco: Eliana Bach.
Livre.


Sábado, 16 de Novembro

17h – Historias Bem Contadas ou O Sumiço do Joãozinho
Leitura dramática – Professora, ao acordar atrasada para mais um dia de trabalho, tropeça, bate a cabeça e se depara com algo incrível: encolheu! Neste novo momento, encontra-se com uma das bonecas de sua infância, provocadora de tal façanha. Juntas elas irão redescobrir o valor da amizade, por meio de brincadeiras e de histórias, que levam a professora a resgatar o prazer de estar com crianças.
Texto e direção: Cia dos Clownstrofóbicos.
Elenco: Eliana Bach e Carina Gotardelo.
Duração: 40 minutos.
Livre.

22h – Na Garagem
Bailinho dos anos 80 e 90 – performance interativa que resgata os bailinhos dos anos 80 e 90 realizados nas garagens, com muita música romântica e uma vassoura proporcionando a troca de casais. A nostalgia estará solta no ar.
Criação e elenco: Coletivo M364.
Participação do publico em geral.

23h - PLÁG!US
Edições, reedições, leituras, releituras. A partir de elementos do filme FOR FAKE, de Orson Welles. O PROJETO PLÁG!US defende a cultura da cópia com autenticidade. Tendo a música como fio condutor, os artistas transitam em gêneros musicais variados agregando elementos do teatro e da cultura urbana.
Direção e elenco: Izabel Lima e Valter Nu.
Duração: 40 minutos.


Domingo, 17 de Novembro

18h – Historias Que Sua Mãe (não!) Contou
Intervenção - a atriz Eliana Bach – Rosa vai percorrer todo o espaço do abrangido pelo festival e será feita uma abordagem individual e intimista, oferecendo leituras de diferentes gêneros literários, historias, contos, poesia, poemas, crônica, etc… O titulo devera ser escolhido pelo ouvinte. Será facultativo ao ouvinte ouvir toda a historia. Neste momento fica aberto para devolutivas, caso a pessoa queira relatar algo.
Direção e Elenco: Eliana Bach.

20h – Luxúria
Leitura dramática com Eliana Bach. A atriz vive a história de uma mulher presa ao passado, que através de um monólogo ora cômico, ora dramático, caminha para desvendar o que mais lhe atormenta. A personagem conta fatos da sua infância até os dias de hoje e expõe sua vida, numa trajetória de luxúria e decisões trágicas, discorrendo sobre seus desejos, prazeres e remorsos.
Direção: Tadeu Loppara.
Duração: 40 minutos.


http://www.satyrianas.com.br/sexta-feira/
*20h Historias que sua mãe (não!) contou – Ônibus M364 – Praça Roosevelt

http://www.satyrianas.com.br/sabado/
*17h Historias Bem Contadas ou O Sumiço do Joãozinho – Ônibus M364 – Praça Roosevelt

http://www.satyrianas.com.br/domingo/
*18h Historias que sua mãe (não!) contou – Ônibus M364 – Praça Roosevelt
*20h Luxúria – Ônibus M364 – Praça Roosevelt

...

COMUNICADO:

Apesar de termos sido selecionados e de constarmos na programação virtual e impressa do festival As Satyrianas, infelizmente a produção do evento só conseguiu da CET, às 14h da quarta, 13, uma autorização verbal para que o Ônibus M364, ao qual todas as minhas ações estão vinculadas, estacione na Praça Roosevelt, nos dias das nossas apresentações. Infelizmente, nos dias de hoje 'o que não foi escrito não foi dito' e, os meninos (artistas) que MORAM no ônibus, não podiam (e nem deviam!) se arriscar, já que, segundo eles, a organização do festival não se mostrou clara em interceder por eles em caso complicações.
Portanto, foi decidido pelos grupos e Cias que fazem parte deste Coletivo, que não nos apresentaremos.
A produção do festival se pronunciou por volta de 1h30pm de quinta feira, comunicando que a autorização da CET havia saído naquele momento, porém a decisão do M364 foi, a de, realmente, manter sua decisão.

Nem me estendo em dizer dos meus sentimentos!
Eu trabalhei como se a autorização já estivesse em mãos, na certeza de que sairia. Porém, infelizmente, não há Ciência que comprove a intuição.

Mas, outras coisinhas, referentes à mecânica do ônibus, nos pegaram de surpresa e, se é que me entendem "a força da grana que ergue e destrói coisas belas..." Faltou!!!

Só quero AGRADECER de coração à vcs que me ajudaram emprestando e me presenteando com livros; às garotas que estavam animadas com as mediações; ao Bruno pelo 'corre louco'; a Laura que doou a mantinha e a Lila que emprestou aquela tenda show, a Rany, que tentaria disponibilizar um fotógrafo bacana pra termos registros bacanas... à Carina, pela disponibilidade, pelos momentos ímpares de criação. Tadeu, não será desta vez!
Às minhas irmãs que estavam por mim, do meu lado de lá... Mas, são necessárias do meu lado de cá!

Pois muito bem: a vida continua e meus processos e experimentos, tb.
O texto do infantil agora tá lindo. Na minha opinião, perfeito! E, assim que passar o cansaço de toda correria louca, vou armar uma AÇÃO BEM BACANA e, quem sabe, fechar o meu ano pessoal com 12 horas ininterruptas de ARTES??? E quero todo mundo comigo, no 'palco', nos bastidores ou na plateia. E vai ser lindo!!!

Quem me conhece, sabe do que sou capaz!!! Rsrsrsrsrrsrsrs... (esqueçam o ovo, as torradas, a salsicha na panela de pressão... Ah, o frango com laranja e limão deu super certo! E acertei o ponto do arroz!!!)

Agora já não posso mais me permitir vencer pelo cansaço e/ou pela falta de fé. Os deuses do Teatro fazem sofrer, mas não abandonam!

'Bora lá, que a vida real me chama!
É isso, seres! Muita, muita, muita GRATIDÃO!!!


DOC 18/09/2013 – Página 12

PORTARIA Nº 5.421, DE 17 DE SETEMBRO DE 2013

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO:

- a necessidade de se assegurar o fiel cumprimento do disposto na Lei Federal nº 8.666/93 e os artigos 13 a 17 do Decreto Municipal nº 44.279/03;

- a importância de se analisar, selecionar e indicar eventos/ espetáculos de caráter culturais e/ou artísticos, bem como indicar profissionais para a seleção desses eventos/espetáculos;

RESOLVE:

Art. 1º - Constituir Comissão Especial com a finalidade de avaliar, selecionar e indicar espetáculos, bem como eventos e projetos culturais e/ou artísticos que serão levados a efeito nos Centros Educacionais Unificados, nas Unidades Educacionais e outros espaços indicados pela Administração.

Art. 2º - Designar para integrá-la, os servidores abaixo indicados:

Ivete do Carmo Thomaz Perez RF 736.247-1

Patrícia Boff RF 810.279.1

Renata Viana de Barros Thomé RF 803.293.9

Art. 3º - Compete, ainda, à Comissão ora constituída, emitir parecer acerca da contratação de profissionais aptos a integrar a Comissão de Seleção dos espetáculos relativos ao programa ProArt, conforme diretrizes estabelecidas pela Secretaria Municipal de Educação, com fulcro no inciso II e III, do artigo 25 da Lei Federal 8.666/93.

Art. 4º - Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário em especial a Portaria SME nº 1.288/12 e suas retificações e a Portaria nº SME 3.256/12.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Caciiiiiiiiiiiiiildaaaaaaaaaaa...


Tem um projeto artístico incrível e não encontra parceiros? Foi selecionado para participar de um festival de teatro em outra cidade e não tem grana para bancar a estadia de toda a sua equipe? CHAME A CACILDA!
Uma rede de cooperação entre profissionais das artes do espetáculo. Aguardem!

*Super curiosa!!!
REPASSANDO

Tramp's...

Vagas na Fábrica de Cultura Jd. São Luis 

Concurso Estadual da Unesp

Vagas na TV Cultura  

Vagas no Senac
 
*Via Gira SP - Facebook

Audição


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

*Ações bacanas geram...

Veja... Que legal!!!

http://www.conexaocultural.org/2013/09/movimento-mouramos-a-rua-aproxima/


...resultados bacanas!*